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Vídeo: Empresária é assassinada brutalmente por falsos entregadores em sua residência

Na última quarta-feira, 10 de setembro, Governador Valadares, em Minas Gerais, viveu mais um episódio triste que acabou estampando manchetes locais e nacionais. Uma mulher de 34 anos, Ingrid Emanuelle Santos, foi brutalmente assassinada dentro da própria casa. A notícia correu rápido pela cidade e deixou vizinhos e familiares em choque, não só pela crueldade do crime, mas também pela forma como tudo aconteceu.

Segundo informações da polícia, dois homens se passaram por entregadores para conseguir acesso ao imóvel. Algo que, infelizmente, tem se tornado cada vez mais comum em crimes urbanos: criminosos se disfarçam de trabalhadores, seja de delivery de comida ou encomendas, aproveitando a rotina corrida das pessoas. Quem hoje em dia não recebe pelo menos uma entrega por semana? Essa normalidade acabou virando brecha para ações criminosas.

As câmeras de segurança da rua registraram a movimentação. As imagens mostram que a ação não durou mais do que dez minutos. Dez minutos que mudaram para sempre a vida da família de Ingrid. Ela foi encontrada dentro da casa com as mãos amarradas e um corte profundo no pescoço. A brutalidade do ato deixou claro que não se tratava de um crime comum.

Na sexta-feira seguinte, apenas dois dias depois, os suspeitos foram presos em Itumbiara, Goiás, dentro de um ônibus de viagem. A captura aconteceu graças a um trabalho de rastreamento feito pela polícia, que já tinha indícios de que os homens tentariam fugir para outro estado. Eles foram levados para a delegacia e agora precisam explicar não apenas o motivo do crime, mas também se havia alguém por trás dando ordens ou financiando a ação.

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Quem era Ingrid

Ingrid Emanuelle Santos não era uma pessoa conhecida fora do círculo de amigos e clientes, mas era bastante ativa no comércio online. Ela vendia semijoias por meio de uma loja virtual, como tantas mulheres que buscam empreender de casa para ter flexibilidade com a rotina familiar. Ingrid tinha uma filha de apenas três anos, que agora vai crescer sem a presença da mãe.

Um familiar, em entrevista a uma rádio local, descreveu Ingrid como uma mãe dedicada, daquelas que não mediam esforços para dar conforto e carinho à filha. “Ela só trabalhava e cuidava da família. A filha era tudo para ela”, disse emocionado. Esse depoimento ajudou a dar um rosto mais humano à vítima, lembrando que por trás das estatísticas existe sempre uma história interrompida.

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