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Mãe é presa após agredir filha com autismo dentro de hospital no RS

Horror em Charqueadas: Mãe é Presa por Tortura Contra Filha com TEA

Recentemente, uma situação alarmante chamou a atenção da sociedade gaúcha e do Brasil inteiro. No Hospital de Charqueadas, localizado na Região Metropolitana de Porto Alegre, a Polícia Civil do Rio Grande do Sul efetuou a prisão de uma mulher acusada de tortura contra sua própria filha, uma criança de apenas 10 anos que apresenta Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O Início da Tragédia

O caso veio à tona após uma denúncia anônima que levou os policiais até o hospital. Ao chegarem, os agentes foram informados sobre a gravidade da situação e, com a autorização necessária, tiveram acesso às imagens das câmeras de segurança do local. O que foi revelado nas filmagens deixou todos estarrecidos: a mãe foi vista arrastando a filha pelos cabelos na entrada do hospital e pelo saguão, um ato de violência que levantou todos os alarmes.

A Violência Exposta

Mas as agressões não pararam por aí. Relatos de funcionários do hospital revelaram que, em outro ambiente, a mãe continuou a agredir a menina, desferindo socos em várias partes do corpo e gritando frases perturbadoras como “tu vai me pagar” e “não vou te cuidar mais”. Enquanto isso, a menina, em desespero, chorava e implorava para que a mãe parasse. Essa cena de desespero e dor é um retrato triste e chocante da realidade que muitas crianças enfrentam.

Histórico de Violência

O delegado Marco Schalmes informou que esta não é a primeira vez que a mulher enfrenta problemas com a justiça. Anteriormente, ela já havia sido responsabilizada criminalmente em dois inquéritos por crimes cometidos contra a mesma filha. No primeiro caso, em abril de 2025, foi indiciada pelo crime de abandonar uma incapaz após a criança ser encontrada sozinha, vagando por uma estrada. No segundo, em junho, a mulher foi indiciada novamente, mas desta vez por tortura, devido a lesões corporais que a menina havia sofrido.

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Um Passado Sombrio

A situação se torna ainda mais alarmante ao analisar o histórico da mulher. Ela possui passagem pela polícia datada de 2004, por maus-tratos a outro filho, e, em 2012, foi presa por roubo. Essas informações levantam questões sobre a capacidade dela de cuidar adequadamente de seus filhos, além de apontar para um padrão preocupante de comportamento violento e irresponsável.

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