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Após mutilar as patas de cavalo, foi exatamente isso que aconteceu com o homem que cometeu o crime

Nos últimos dias, um caso bárbaro envolvendo maus-tratos a um cavalo em Bananal, cidadezinha do interior de São Paulo, tomou conta das redes sociais e despertou uma onda de indignação. As imagens e os relatos correram grupos de WhatsApp, páginas do Instagram e até perfis no X (antigo Twitter), levantando discussões acaloradas sobre crueldade contra animais, justiça e até sobre como a internet tem o poder de pressionar as autoridades.

O responsável pelo episódio foi identificado: trata-se de Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, jovem de 21 anos e tutor do cavalo. Ele mesmo acabou aparecendo em entrevistas para tentar se explicar. Num tom meio confuso, disse estar arrependido do que fez e reconheceu o ato como cruel, usando essa palavra, aliás, durante a própria fala. Mas como acontece em muitos casos de repercussão, sua versão não convenceu todo mundo.

A prisão e a versão de Andrey

Logo após o ocorrido, a polícia conseguiu localizá-lo e o conduziu à delegacia. Lá, ele contou que teria usado um facão para cortar as patas do cavalo somente depois que o animal já estava morto. Essa versão, claro, passou a ser investigada, já que moradores e testemunhas relataram cenas diferentes. De qualquer forma, após prestar depoimento, ele acabou sendo liberado.

Do you have a pet at home?

Numa entrevista ao g1, Andrey afirmou que estava bêbado e transtornado no momento do ato, tentando justificar que não seria um “monstro”. Já em outra fala, à CNN, deu um detalhe que chamou bastante atenção: disse que cortou as patas para facilitar o despejo do corpo ribanceira abaixo, já que a região onde o cavalo morreu era de difícil acesso. Essa explicação gerou ainda mais revolta e incredulidade, afinal, por mais que alguém tente dar lógica ao gesto, é impossível não enxergar crueldade.

Repercussão nas redes

Se tem uma coisa que 2024 mostrou é que a internet não perdoa casos de maus-tratos a animais. Basta lembrar da recente comoção em torno do cachorro “Pretinho”, em Minas Gerais, que também foi vítima de violência e virou símbolo de protesto. No caso de Bananal, não foi diferente: comentários indignados, hashtags pedindo punição, gente marcando deputados, ONGs e até artistas que abraçam causas animais, como a Luisa Mell, conhecida por sua militância nesse tema.

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