Notícias

Exames de Bolsonaro mostram doenças com necessidade de tratamento urgente, entenda

Nos últimos dias, o nome de Jair Bolsonaro voltou a circular com força não apenas no cenário político, mas também no campo da saúde. Neste sábado, 16 de agosto, o ex-presidente (PL) passou boa parte da manhã no Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de uma bateria de exames laboratoriais e de imagem. O motivo? Um conjunto de sintomas que já vinha incomodando: febre, tosse, refluxo gastroesofágico e até soluços persistentes.

Segundo o boletim médico divulgado pela equipe do hospital, os exames mostraram uma imagem residual de duas infecções pulmonares recentes. De acordo com os médicos, essas complicações estariam ligadas a episódios de broncoaspiração — situação em que alimentos ou líquidos “descem” de forma errada para os pulmões, o que pode causar inflamações sérias.

A endoscopia realizada também trouxe resultados importantes: foi constatada a permanência de esofagite e gastrite, ainda presentes, mas com menor intensidade do que antes. Mesmo assim, os especialistas foram claros: Bolsonaro terá de seguir em tratamento medicamentoso contínuo, sem interrupções. Além disso, precisa manter os cuidados de sempre com a hipertensão e o refluxo, e adotar medidas de prevenção contra novos episódios de broncoaspiração. O boletim encerra com a informação de que ele foi liberado do hospital às 13h58.

A movimentação dentro do DF Star começou cedo. Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 9 horas da manhã e só saiu mais de quatro horas depois, retornando para a sua residência no Condomínio Solar de Brasília, onde cumpre prisão domiciliar desde o início do mês.

How many pets have you had?

Essa foi a primeira vez que o ex-presidente deixou sua casa desde o dia 4 de agosto, quando o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou sua prisão domiciliar. Três dias após a decisão, já havia sinais de que a saúde dele estava mais frágil, o que levou seus advogados a pedirem acompanhamento médico frequente, para evitar complicações.

O cardiologista Leandro Echenique, um dos profissionais que acompanha Bolsonaro há anos, fez questão de explicar que a bateria de exames foi intensa, mas necessária. “Ele apresentou quadro de esofagite, o que exige tratamento permanente. Por enquanto, não há necessidade de cirurgia, é apenas acompanhamento e remédio”, resumiu o médico.

O que você achou?
Próximo Artigo Planalto não vê recuo dos EUA em classificar PCC e CV como terroristas