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Em 5 anos, Brasil tem aumento 240% em adoções por casais gays, aponta CNJ

Silvana do Monte Moreira, presidente da Comissão Nacional de Adoção do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), afirma: “Os casais que vivem à margem da sociedade, que foram marginalizados dentro do armário, procuram crianças que também estão nesse armário; são aquelas menos vistas.”

Histórias Inspiradoras

Um exemplo inspirador é a história dos arquitetos Rafael Escrivão Sorrigotto e Luciano da Silva Rodrigues, que decidiram adotar os irmãos Davi Luiz e Allan em 2016, quando tinham apenas 10 e quase 3 anos, respectivamente. Eles estavam cientes de que o tempo de espera para a adoção poderia variar conforme o perfil desejado. “O tempo que demora pra você entrar pra fila de adoção e seu telefone tocar vai depender muito do perfil que a gente pede. Como a gente não fazia questão de recém-nascido e topa irmãos, eu acho que são dois pontos relevantes que nessa questão de agilidade fez toda a diferença”, explica Rafael. Essa decisão não apenas mudou a vida das crianças, mas também trouxe uma nova dinâmica para a família, mostrando que o amor pode superar barreiras e preconceitos.

Reflexões Finais

Portanto, ao observar o crescimento das adoções por casais homoafetivos no Brasil, é possível perceber uma transformação significativa na sociedade. As famílias estão se diversificando e se tornando mais inclusivas, o que é motivo para celebração. Cada nova adoção representa uma vida que recebeu uma chance de ser amada e de crescer em um ambiente familiar. É um lembrete de que a verdadeira essência da família vai muito além de laços sanguíneos; ela reside no amor, no cuidado e na aceitação mútua. Ao final, todos nós podemos contribuir para um mundo onde cada criança tenha um lar acolhedor e amoroso, independentemente de quem seja seus pais.

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