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Polícia tenta prender suspeitos de atentado contra bicheiro no Rio

Operação Policial no Rio de Janeiro: A Caçada aos Suspeitos do Ataque ao Bicheiro Vinicius Drumond

A manhã de quinta-feira, 24 de julho, trouxe à tona uma nova operação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que visa prender indivíduos suspeitos de estarem envolvidos na tentativa de execução do bicheiro Vinicius Pereira Drumond. Este atentado aconteceu no último 11 de julho, na Barra da Tijuca, uma das áreas mais movimentadas da zona Oeste do Rio de Janeiro.

Contexto da Operação

A operação está sendo realizada no bairro Imbariê, localizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A ação conta com a colaboração da 33ª DP (Realengo), evidenciando a seriedade das investigações em torno deste caso. Nos dias que antecederam a operação, o Disque Denúncia lançou um cartaz pedindo informações sobre três homens que são considerados suspeitos diretos no atentado. Os nomes mencionados foram: Adriano de Carvalho de Araújo, Rafael Ferreira da Silva, conhecido como “Cachoeira”, e o policial militar em ativa Luiz César da Cunha.

Desdobramentos Recentes

Em um desdobramento significativo, o PM Luiz César da Cunha se entregou à polícia na 22ª DP (Penha) na segunda-feira, 21 de julho. A entrega de um policial em meio a um caso tão complexo levanta questões sobre a corrupção e a integridade dentro das forças armadas. Por outro lado, a DHC já havia prendido Deivyd Bruno Nogueira Vieira, conhecido como “Piloto”, no último sábado, 19 de julho. Ele foi encontrado em Nova Iguaçu e havia sido expulso da Polícia Militar em 2023 devido ao seu envolvimento com crimes como receptação de veículos roubados e tráfico de drogas. Curiosamente, na hora de sua prisão, Deivyd estava portando uma pistola calibre 9mm, que é de uso restrito, e acabou sendo autuado em flagrante.

Conexões Criminosas

É importante ressaltar que tanto “Piloto” quanto “Cachoeira” estão sendo investigados pela morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, que ocorreu no Centro do Rio em fevereiro de 2024. Ambos estão supostamente ligados a uma organização criminosa que atua em Duque de Caxias, levantando questões sobre a eficácia do combate ao crime organizado na região.

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A História de Rafael “Cachoeira”

Rafael “Cachoeira” Ferreira da Silva já tinha um histórico criminal que inclui uma prisão em 2022, onde foi acusado de participar no sequestro de uma mulher em Nilópolis. A vítima, segundo as investigações, era parente de um homem que tinha envolvimento com o comércio ilegal de cigarros, um mercado que supostamente é controlado pelo contraventor conhecido como “Adilsinho”. Este último tem dois mandados de prisão, um por organização criminosa e outro por homicídio.

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