Preta Gil descobriu câncer em 2023 e teve recidiva com metástase, entenda luta de cantora que faleceu neste domingo
Segundo informações da coluna de Fábia Oliveira, a cantora Preta Gil faleceu neste domingo, dia 20 de julho, aos 50 anos de idade. Embora a família ainda não tenha confirmado oficialmente a notícia, fãs e amigos já começaram a se manifestar nas redes, lamentando profundamente a perda da artista, que era muito mais que apenas filha de Gilberto Gil — era uma força por si só.
Desde o início de 2023, Preta enfrentava uma luta corajosa contra um câncer agressivo. Não era só uma questão de saúde, era uma guerra diária, cheia de altos e baixos. E ela encarou tudo isso com uma sinceridade impressionante, compartilhando com o público os detalhes do tratamento, das internações e dos momentos mais delicados — coisa rara num mundo em que muita gente prefere esconder suas dores.
Tudo começou em 10 de janeiro de 2023, quando Preta anunciou nas redes sociais que havia sido diagnosticada com um adenocarcinoma no intestino. A notícia pegou muita gente de surpresa. Logo em seguida, ela iniciou o tratamento. Não demorou muito e veio a primeira internação mais séria. Em março daquele mesmo ano, durante o quinto ciclo de quimio, ela sofreu uma sepse. Foram 20 dias internada na UTI, sendo que, segundo ela mesma contou depois, chegou a perder a consciência por cerca de quatro horas. Foi um dos momentos mais assustadores.
Mesmo assim, ela seguiu firme. Em agosto de 2023, Preta passou por uma cirurgia chamada histerectomia total abdominal, pra tentar remover o tumor. Depois, em novembro, fez outra intervenção, dessa vez pra reconstruir o trato intestinal. Muita gente achava que ali seria o fim do sofrimento — e ela também queria acreditar nisso. Tanto que, em dezembro de 2023, anunciou que havia terminado o tratamento e que entraria em processo de reabilitação.
How many pets have you had?
Só que o alívio durou pouco. Em agosto de 2024, Preta revelou que o câncer tinha voltado. E não voltou sozinho: espalhou-se para outras regiões do corpo. A notícia foi devastadora, mas, mais uma vez, ela manteve o tom de esperança — mesmo que o olhar já denunciasse o cansaço.
Setembro chegou com outra pancada: Preta precisou amputar o reto como parte do tratamento. E em novembro, nova cirurgia, dessa vez emergencial, por conta de problemas no cateter urinário. As possibilidades de tratamento no Brasil já estavam se esgotando, e foi aí que ela tomou a decisão de buscar alternativas nos Estados Unidos.