Pedro Bial não tem motivos para sorrir ao anunciar morte na família: ” Viveu uma vida vividíssima”
É difícil ouvir algo assim e não se emocionar. São palavras que, além de revelar o amor entre mãe e filho, mostram também a admiração de uma mulher que viveu mais de um século e viu o mundo mudar diante de seus olhos — e, mesmo assim, manteve viva a ternura.
Uma despedida, mas também uma celebração
A perda de alguém tão próximo nunca é fácil. Mas, nesse caso, o sentimento de gratidão parece ter falado mais alto. 101 anos não são apenas números — são histórias, lutas, silêncios, risos e, acima de tudo, presença. A história de Susanne é, de certo modo, um pedaço da própria história do Brasil, do século XX, da imigração, da psicanálise… e claro, da televisão brasileira, indiretamente.
O legado dela, como bem colocou Pedro, não está apenas no que ela fez, mas em quem ela foi. E isso, quem a conheceu — ou mesmo quem apenas ouviu falar dela agora — não vai esquecer tão cedo.
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