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Autópsia no corpo de Juliana no IML do Rio quer tirar dúvidas deixadas no 1º exame, feito na Indonésia

Segundo o especialista indonésio, “os ferimentos foram tão graves que a morte foi praticamente imediata”. No entanto, não foi especificado com precisão o dia em que o trauma ocorreu — ponto esse que incomodou profundamente a família.

O que causou ainda mais revolta foi a forma como o resultado da autópsia foi comunicado. De acordo com Mariana Marins, irmã de Juliana, a família havia sido chamada ao hospital sob o pretexto de receber o laudo. Mas, para surpresa de todos, uma coletiva de imprensa foi realizada antes mesmo dos parentes tomarem conhecimento do conteúdo.

“É um completo absurdo. A gente foi chamado pra receber o laudo e, quando chegamos lá, o médico já estava falando com a imprensa. Foi um desrespeito total. É como se a dor da nossa família não importasse”, desabafou Mariana, visivelmente emocionada.

O caso segue em investigação, e a família segue na luta por respostas claras e justiça. Enquanto isso, o Brasil assiste, mais uma vez, a dor de uma família tentando entender por que uma jovem cheia de vida teve seu destino interrompido de forma tão brutal — e mal explicada.

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