Alpinista que resgatou Juliana dormiu junto ao corpo para o proteger
O reconhecimento veio não só em palavras, mas em gestos também. Muitos brasileiros passaram a seguir Agam nas redes, mandando mensagens, fazendo orações, oferecendo ajuda. Alguns até pediram pra que ele venha visitar o Brasil. “Se vier, tem casa e comida garantida”, escreveu uma usuária no Instagram.
Mas Agam é simples. Fala pouco, não busca fama. O que ele queria mesmo era que o final tivesse sido diferente. Que Juliana tivesse saído viva dali. “Não estou feliz”, repetiu mais de uma vez. E talvez essa honestidade tenha sido o que mais nos tocou.
Num mundo cheio de ruído, Agam falou com o coração. E, mesmo sem querer, virou símbolo de empatia e coragem. Um lembrete de que ainda existem pessoas que não olham pro outro com indiferença — mesmo quando o outro vem de um país a milhares de quilômetros de distância.
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