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Indonésia: brasileira em vulcão está mais distante do que se estimava

Na segunda-feira (23), por volta das 15h45 no horário local (4h45 no horário de Brasília), a operação de resgate ainda não havia conseguido alcançar Juliana. Uma equipe da embaixada brasileira está acompanhando tudo de perto, prestando suporte à família e interagindo com as autoridades indonésias.

Segundo a Agência Nacional de Busca e Salvamento da Indonésia (Basarnas), Juliana foi vista pela última vez sem se mover, o que aumentou ainda mais a preocupação da família e dos socorristas. A estimativa é que ela esteja a cerca de 500 metros do ponto de queda.

Por enquanto, a operação segue dependendo do tempo e da resistência da equipe, que enfrenta um terreno hostil, com encostas íngremes, vegetação densa e riscos constantes de deslizamentos. Familiares e apoiadores mantêm a fé, esperando por um desfecho positivo nos próximos dias.

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