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Caso Adalberto: laudo encontra nova lesão que aponta pista para a polícia e agora torna-se público

Mais detalhes sobre a misteriosa morte do empresário Adalberto dos Santos, que foi achado num buraco de obra dentro do Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, vieram à tona nos últimos dias. A Polícia Científica de SP liberou novos laudos que estão dando um novo rumo pro caso, que já vinha chamando atenção no noticiário nacional desde o início do mês.

Segundo os exames mais recentes, Adalberto não morreu por causas naturais, como se chegou a cogitar logo no começo. A causa oficial do óbito foi confirmada como asfixia — ou seja, ele foi sufocado. Mas o que mais chamou a atenção foi que os peritos identificaram lesões que ele sofreu antes de morrer, o que pode indicar que houve agressão física.

Sinais de violência antes da morte

No laudo chamado de “anatomopatológico”, que serve pra analisar tecidos do corpo, foi encontrado um pedaço de pele do joelho com sinais claros de escoriação (aquela ferida tipo ralado, sabe?). O mais importante aqui é que os tecidos ao redor da ferida tavam com sinais de hemorragia interna, o que significa que ele tava vivo na hora que sofreu isso.

Isso, claro, levanta suspeitas de que ele pode ter sido agredido antes de ser jogado no buraco em Interlagos. Não se sabe ainda exatamente onde ele sofreu a agressão, mas o fato é que ele chegou a respirar depois de ferido. A conclusão dos peritos reforça a tese de que não foi acidente, mas sim homicídio mesmo.

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Asfixia e dúvidas sobre como ela ocorreu

Outro ponto que os investigadores tão tentando entender é o modo exato como se deu a asfixia. O laudo cita duas possibilidades: ou ele teve o peito comprimido, o que impediria a respiração (conhecido como constrição torácica), ou foi estrangulado, com pressão direta no pescoço. Ainda não foi possível bater o martelo sobre qual das duas hipóteses é a correta.

Os pulmões do empresário mostraram sinais típicos de falta de oxigênio, o que é consistente com morte por sufocamento. Esse tipo de lesão pulmonar tem sido analisado com mais cuidado também porque já apareceram em outros casos semelhantes, como o de George Floyd, nos EUA, em 2020 — e sim, isso acabou influenciando como esse tipo de morte é vista atualmente por peritos e legistas.

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