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Tabata defende punição a envolvidos em fraude do INSS no governo Lula

Fraude no INSS: Tabata Amaral Exige Justiça e Responsabilização

Em uma manifestação impactante durante uma entrevista à CNN, a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) compartilhou suas preocupações sobre uma fraude bilionária que afeta o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O esquema envolve descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas, um tema que gerou muito debate e indignação.

Um Chamado à Justiça

Tabata, que foi uma das signatárias do pedido de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), não hesitou em afirmar que todos os envolvidos nesse esquema devem ser responsabilizados. Ela declarou que os membros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que estiverem implicados na fraude devem ser punidos, assim como aqueles que participaram dos governos Jair Bolsonaro (PL) e Michel Temer (MDB). A deputada enfatizou: “Política não é lugar de covardia. Então também falta o enfrentamento.”

Na visão de Tabata, é fundamental que a investigação não apenas identifique os responsáveis, mas também que se faça justiça. “Para você ir para esse enfrentamento, a gente tem sim que apontar quem tava no governo Lula e foi conivente ou, pior ainda, embolsou dinheiro com esse negócio, tem que que ir para a cadeia”, declarou.

A Escalada da Fraude

De acordo com a deputada, as fraudes começaram durante o governo de Michel Temer, que governou o Brasil entre 2016 e 2018. No entanto, segundo ela, o problema cresceu de maneira alarmante durante o governo de Jair Bolsonaro, que se estendeu de 2019 a 2022. Recentemente, a situação foi descoberta em uma operação conjunta entre a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU), levando a um foco maior nas ações fraudulentas.

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Tabata Amaral mencionou que cerca de R$ 6 bilhões teriam sido retirados de mensalidades sem o consentimento dos beneficiários, um número que ilustra a gravidade da situação. “Esse é um esquema que começou no governo Temer, cresceu exponencialmente no governo Bolsonaro e que foi interrompido agora porque a PF e a CGU puderam atuar com independência”, disse ela.

O Papel da CPMI

Com o pedido de criação da CPMI, a deputada explicou que, das 259 assinaturas recebidas, 132 são de parlamentares de partidos que têm representação na Esplanada, o que representa quase 51% do total. Isso demonstra um suporte considerável para investigar as fraudes, o que pode ser um passo decisivo na luta pela transparência e responsabilidade.

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