Quem são os sete aliados que viraram réus com Bolsonaro por tentativa de golpe
Os Acusados do Núcleo Golpista: Um Olhar Sobre os Principais Envolvidos na Trama
Recentemente, um grupo de ministros, entre eles Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia, decidiu que sete indivíduos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentariam um processo penal. Essas pessoas, que fazem parte do que se chama de ‘núcleo crucial’ da suposta trama golpista, podem ser condenadas a penas de prisão, dependendo do resultado das investigações. A Procuradoria Geral da República (PGR) está à frente da acusação e já delineou os crimes atribuídos a cada um dos envolvidos.
Quem São os Acusados?
A seguir, listamos os sete acusados, acompanhados de um breve perfil e das acusações que pendem sobre eles:
- Alexandre Ramagem: Ex-diretor da Abin, ele é um ex-deputado federal e delegado da Polícia Federal. A PGR afirma que Ramagem teve um papel fundamental na elaboração de mensagens que foram amplamente disseminadas por Bolsonaro, além de ter criado documentos que atacavam a credibilidade das urnas eletrônicas.
- Almir Garnier: Almirante da reserva e ex-comandante da Marinha, Garnier teria se colocado à disposição de Bolsonaro para seguir o plano golpista, demonstrando apoio em reuniões realizadas no final de 2022.
- Anderson Torres: Ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF, Torres é acusado de replicar narrativas de fraude nas urnas e de elaborar documentos que poderiam ser usados para justificar um golpe de Estado. Ele também se omitiu em suas responsabilidades durante os atos de 8 de janeiro de 2023.
- Augusto Heleno: Comandante do Gabinete de Segurança Institucional, Heleno é acusado de auxiliar no plano golpista, tendo elaborado um planejamento para desacreditar o sistema eleitoral e participar de um gabinete de crise após a consumação do golpe.
- Paulo Sérgio Nogueira: Ex-ministro da Defesa, Nogueira foi apontado pela PGR como alguém que apoiou a narrativa de vulnerabilidade das urnas e que se mostrou favorável à intervenção das Forças Armadas no processo eleitoral.
- Walter Braga Netto: General da reserva e ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto participou de reuniões onde se discutiu o ataque ao sistema eleitoral e o financiamento de ações violentas contra autoridades.
- Mauro Cid: Ex-ajudante de ordens da Presidência, Cid atuou como porta-voz do ex-presidente e foi um dos que trocou mensagens com outros militares para obter informações que pudessem desacreditar o processo eleitoral.
Os Crimes Atribuídos
A PGR listou cinco crimes que estão sendo atribuídos a esse grupo:
How many pets have you had?
O que você achou?
Compartilhe com amigos: