Coordenador regional da Funai preso por dirigir embriagado e causar acidente é exonerado no Acre
Coordenador da Funai é preso por dirigir embriagado e causar acidente no Acre
No dia 4 de março, um incidente sério ocorreu nas estradas do Acre, especificamente na BR-364, onde o coordenador da Funai, Eldo Shanenawa, foi detido pela Polícia Militar de Feijó. Ele foi flagrado dirigindo sob influência de álcool e se envolveu em um acidente ao colidir com outro veículo. Este evento levantou questões importantes sobre responsabilidade e conduta, principalmente considerando que o veículo em questão era da própria fundação.
O acidente e suas circunstâncias
O acidente aconteceu quando Shanenawa não conseguiu frear a tempo e atingiu a traseira de um carro que havia reduzido a velocidade. Embora a situação tenha sido alarmante, felizmente, ninguém ficou ferido. Essa é uma boa notícia, pois muitas vezes acidentes como esse podem resultar em consequências graves para os envolvidos.
Após o acidente, a reportagem tentou entrar em contato com o coordenador, mas não obteve resposta. A Funai, quando informada do ocorrido, declarou que estava ciente do incidente e que tomaria as medidas necessárias de acordo com as normas e legislações vigentes. Essa resposta, no entanto, não apaga a gravidade da situação em que se encontrava o coordenador.
Teste do bafômetro e penalidades
Após a chamada da PM-AC, os oficiais realizaram o teste do bafômetro no coordenador, que resultou em 0,84 mg/L de álcool no sangue, o que configura crime de trânsito. Para complicar ainda mais a situação, foram encontradas garrafas de bebida dentro do carro oficial da Funai, o que levanta sérias questões sobre a responsabilidade no uso de veículos da administração pública.
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A polícia prendeu Shanenawa em flagrante e também apreendeu a caminhonete da Funai. Ele foi levado à delegacia de Feijó, onde se optou por permanecer em silêncio durante o depoimento, conforme relatado pelo delegado Dione dos Anjos. Essa escolha pode ser vista como uma estratégia legal, mas também levanta questões sobre a accountability e a transparência em casos que envolvem figuras públicas.
Liberdade sob fiança e consequências administrativas
Após a prisão, o coordenador foi liberado ao pagar uma fiança de R$ 1,5 mil. Durante o processo, ele afirmou que arcaria com os prejuízos causados pelo acidente. Essa atitude pode ser interpretada de duas maneiras: como uma responsabilidade assumida ou como uma tentativa de minimizar as repercussões legais que ele poderia enfrentar.