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Justiça bloqueia cachê de Gracyanne Barbosa no BBB25 por dívida milionária

Após sua eliminação do Big Brother Brasil 25, Gracyanne Barbosa se vê diante de um novo desafio, desta vez fora das câmeras. Apesar de ter sido a participante do grupo Camarote com o maior cachê do programa, seus ganhos estão temporariamente inacessíveis. A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de sua remuneração e de qualquer possível prêmio recebido na atração devido a uma dívida milionária. O valor em questão gira em torno de R$ 757,5 mil, segundo informações divulgadas pela Revista Contigo!.

A decisão judicial foi tomada no mesmo dia em que Gracyanne deixou a casa, na última terça-feira (18). De acordo com o colunista Rogério Gentile, do UOL, a medida está ligada a um processo de cobrança que envolve a musa fitness, seu ex-marido, o cantor Belo, e a empresa Central de Shows e Eventos, que representava o artista na época.

Entenda a origem da dívida

O impasse jurídico teve início em 2017, quando Belo e Gracyanne firmaram um contrato de aluguel para um imóvel de 498 metros quadrados. No entanto, os pagamentos cessaram em dezembro de 2018, resultando em uma ação judicial movida pelo proprietário da residência. Em 2019, o então casal foi despejado por decisão da Justiça, mas a polêmica não parou por aí.

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O dono do imóvel alega que, além dos aluguéis atrasados, houve danos significativos à propriedade. Segundo ele, móveis foram levados sem autorização, o cofre da residência foi arrombado, e a casa foi devolvida em condições precárias de conservação. Uma perícia judicial teria comprovado esses danos, fortalecendo a argumentação do credor na ação.

O montante cobrado na Justiça inclui não apenas os aluguéis em atraso, mas também o pagamento do IPTU, contas de consumo pendentes, multas contratuais, juros acumulados e uma indenização por danos materiais. A Justiça determinou que os valores de Gracyanne na Globo sejam penhorados para quitar essa dívida.

A versão da defesa

A defesa de Gracyanne e Belo contesta a cobrança e argumenta que o contrato de aluguel não foi firmado diretamente pelo casal. Segundo os advogados, o imóvel teria sido oferecido como uma espécie de cortesia por um ex-empresário de Belo, como parte de um acordo profissional entre eles. Dessa forma, alegam que a responsabilidade pelos pagamentos caberia ao empresário, e não aos ex-moradores.

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