Médico bate em pacientes em unidade de saúde e é demitido
Um médico foi mandado embora depois de agredir uma paciente dentro de uma unidade de saúde em Diadema, na região do ABC Paulista. O caso aconteceu na última sexta-feira, dia 21, e gerou grande repercussão nas redes sociais.
De acordo com algumas testemunhas que estavam no local, o médico chegou com mais de duas horas de atraso e, aparentemente, estava alcoolizado. A confusão começou quando ele agrediu verbalmente uma paciente que o questionou sobre o atendimento. Esse comportamento acabou levando a uma agressão física, que será investigada pelo Conselho Regional de Medicina.
Num vídeo que circulou em vários perfis nas redes sociais, é possível ver o médico saindo da sala onde estava com os pacientes. Ele parece estar alterado e, em determinado momento, manda uma das mulheres calar a boca quando ela perguntou se seria atendida por ele. Isso gerou um tumulto, e as pessoas que estavam na sala ficaram revoltadas com a atitude do profissional.
Foi nesse momento que o médico foi até uma das mulheres, que tentou se afastar, mas acabou levando um tapa no rosto. A situação foi registrada e viralizou na internet. Uma das testemunhas contou que as pacientes ficaram muito chocadas com o ocorrido, e algumas até se disseram traumatizadas pela agressão.
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O prefeito de Diadema, Taka Yamauchi, se manifestou sobre o incidente e fez uma nota de repúdio, expressando sua indignação com a atitude do médico. Ele afirmou que atitudes como aquela são inaceitáveis e desrespeitam os valores básicos de respeito e dignidade que todos devem ter, especialmente em ambientes de saúde. O prefeito também mencionou que a Secretaria de Saúde da cidade agiu rapidamente, demitindo o profissional depois de avaliar as denúncias sobre o atraso e o comportamento inadequado com os pacientes.
Além disso, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (APDM) também se posicionou sobre o caso. Eles disseram que fizeram uma investigação rigorosa e, depois de apurar tudo, notificaram a empresa terceirizada responsável pelo médico. A decisão foi a de romper o contrato do profissional em todas as unidades de saúde que a APDM gerencia, como forma de evitar que ele continuasse no serviço.
O caso gerou bastante revolta nas redes sociais, com muitas pessoas questionando a atitude do médico e a falta de respeito com as pacientes. O mais preocupante é que situações como essa não são únicas, e muitas pessoas se sentem vulneráveis ao procurar ajuda médica, justamente por situações de desrespeito como essa.