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Mulheres se passam por agentes de saúde e sequestram criança em Curitiba

Uma situação muito séria aconteceu em Curitiba (PR) na última quinta-feira (23/1). Mulheres que se apresentaram como agentes de saúde sequestraram uma bebê de apenas 1 ano e 7 meses, chamada Eloá Pietra Almeida dos Santos. O caso aconteceu no bairro Parolin, quando essas mulheres chegaram à casa da família e disseram à mãe da criança que era necessário realizar exames nela.

A mãe, confiando nas supostas profissionais de saúde, acabou acreditando e acompanhou elas até um carro. E foi aí que tudo começou a dar errado. O que parecia ser algo legítimo virou um pesadelo. Durante o processo, a mãe foi surpreendida por algo muito estranho. Ela acabou relatando à polícia que foi dopada pelas sequestradoras. Elas pediram para que a mãe colocasse Eloá na cadeira de bebê, no banco traseiro do carro delas, o que parecia ser algo normal para quem não desconfia de nada. Só que quando a mãe desceu do carro para ajustar a criança, as mulheres aceleraram e fugiram com Eloá.

O mais chocante é que a Polícia Militar do Paraná (PMPR) foi chamada logo após o incidente e iniciou as buscas, mas até o momento, as sequestradoras ainda não foram encontradas. A Polícia Civil também está investigando o caso e tentando descobrir o que motivou essa ação tão cruel e fria.

O caso foi registrado em um vídeo de câmeras de segurança que mostrou um carro branco passando por uma rua na hora do sequestro. Isso pode ser uma pista importante para a investigação. Porém, até o momento, a localização do veículo e das mulheres ainda é desconhecida.

How many pets have you had?

A mãe da bebê, ainda muito abalada, contou aos policiais tudo o que aconteceu. Ela detalhou como foi enganada pelas criminosas, que se passaram por profissionais de saúde. Ela teve a confiança tomada e, num piscar de olhos, sua filha foi levada embora sem que ela pudesse fazer nada.

Por mais que as forças de segurança estejam correndo atrás das sequestradoras, o caso ainda segue sem resposta. As buscas continuam intensas, mas até agora nada foi encontrado.

O desespero é total, tanto para a família quanto para as autoridades, que estão fazendo o possível para solucionar esse crime o mais rápido possível. Para quem tiver informações sobre o caso, a Polícia Civil e a Polícia Militar pedem que liguem para o 197 ou 190, respectivamente. Qualquer detalhe pode ser a chave para a resolução desse caso tão grave.

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