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Menino chora ao relatar bullying contra a mãe cadeirante e caso comove a internet

Um vídeo emocionante de Fillipe Ayres, um garoto de apenas 9 anos, desabafando sobre o bullying que enfrenta na escola por ter uma mãe cadeirante, comoveu milhares de pessoas nas redes sociais. A gravação, feita por sua mãe, Débora Rosa, foi publicada na última quarta-feira (27) e já ultrapassa 140 mil visualizações. O caso aconteceu em Itaguaçu, distrito de São Simão, no sudoeste de Goiás.

O desabafo que tocou o Brasil

No vídeo, Fillipe aparece chorando e relata que é alvo de comentários maldosos dos colegas por conta da deficiência física de sua mãe. Débora ficou paraplégica há quatro anos após um acidente de carro e utiliza uma cadeira de rodas.

“Ele [colega] fica falando que a senhora não é boa. O principal motivo é que ele fica aproveitando da senhora, que a senhora é cadeirante”, disse o menino, entre lágrimas, enquanto conversava com Débora.

A mãe, em um esforço para confortar o filho, tentou mostrar que as palavras negativas dos colegas não devem ter tanto peso. No entanto, a situação a motivou a compartilhar o momento nas redes sociais. Débora explicou que a postagem tinha o objetivo de alertar sobre a importância de ensinar respeito às crianças desde cedo.

Do you have a pet at home?

“Precisamos focar em ensinar a criança a respeitar a diferença do próximo, isso pode afetar psicologicamente outras crianças. A criança transmite o que recebe em casa”, escreveu Débora na legenda da publicação.

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Repercussão e solidariedade

O vídeo rapidamente viralizou, gerando uma onda de apoio a Fillipe e Débora. Muitas pessoas usaram as redes para enviar mensagens de carinho e repudiar o preconceito enfrentado pela família.

Em meio à repercussão, Fillipe gravou um novo vídeo para agradecer o apoio recebido. Ele também revelou que, inicialmente, ficou preocupado com a reação na escola devido à visibilidade do caso.

“Mas agora já estou me sentindo um pouco melhor”, disse o menino, demonstrando alívio e gratidão pelas mensagens positivas que chegaram até eles.

Inclusão e conscientização

Débora utiliza suas redes sociais como uma plataforma para mostrar sua rotina como cadeirante e promover debates sobre inclusão e respeito. A visibilidade gerada pelo desabafo do filho trouxe ainda mais atenção para a causa, ressaltando a necessidade de conscientizar crianças e adultos sobre a importância de aceitar as diferenças.

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