Mani Reggo sofre primeira derrota em processo de união estável contra Davi
Olha só essa história aqui que tá rolando na Justiça da Bahia. Teve uma empresária, chamada Mani, que entrou com um pedido pra bloquear os bens do campeão do ‘BBB 24’, o Davi. A ideia dela era, basicamente, impedir que ele saísse por aí torrando tudo que tem. Dizem que ela acredita que ele tá gastando demais e até se desfazendo de alguns dos bens.
Mas aí que vem o “plot twist”: a Justiça não foi na dela, pelo menos por enquanto. A juíza negou esse pedido de bloqueio de bens. De acordo com o que foi dito, o motivo é que, antes de tomar qualquer decisão mais drástica, o Davi precisa ter o direito de se defender. Ou seja, ele ainda vai poder falar a versão dele, explicar direitinho o que tá acontecendo. Tá certíssimo, né? Justiça é isso aí, todo mundo tem que ter a chance de se defender antes de qualquer coisa.
E olha, não é só isso que a Mani tá pedindo não. Além de querer que a Justiça reconheça a união estável entre eles (pra quem não tá ligado, isso é basicamente quando duas pessoas vivem juntas como se fossem casadas, mesmo sem papel passado), ela tá pedindo uma bolada de R$ 450 mil do Davi. É um valor e tanto, né? Mas, pelo que tudo indica, ela acredita que tem direito a esse valor por causa do tempo que eles passaram juntos e tal. Dá até pra imaginar o tanto de confusão que essa história ainda vai render, né?
E claro, esse babado todo já tá dando o que falar. O colunista Alessandro LoBianco, que tá sempre de olho nessas tretas dos famosos, foi quem trouxe esses detalhes à tona. Ele comentou que a juíza deu uma segurada nesse pedido de bloqueio dos bens, justamente porque quer ouvir o lado do Davi antes. Afinal, justiça é pra todo mundo, né?
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Imagina só, o cara acabou de sair do reality, um monte de gente atrás dele, contratos surgindo de todo lado, fama a mil… e aí vem essa bomba! Deve ser uma pressão gigantesca. A pessoa entra no reality achando que vai sair de lá só com grana e fama, e quando menos espera, tá enfrentando um caso na Justiça. É complicado.
Essa história de união estável, por exemplo, sempre dá pano pra manga. Tem muita gente que acha que só é casado quem casa “no papel”, mas a lei, na real, reconhece esses relacionamentos longos como uma união, sim. Se a pessoa vive junto, compartilha a vida, as contas, faz planos… tem juiz que bate o martelo e diz: “É união estável, sim senhor”. Mas aí, claro, cada caso é um caso. E, nesse aqui, parece que vai dar muito o que falar ainda.