Priscila Fantin chora ao expor desespero e milagre que viveu com o marido: ‘Me curei’
Olha só, se você pensa que a vida de ator é sempre aquele glamour, festas e tapete vermelho, a Priscila Fantin veio pra mostrar que não é bem assim não. Recentemente, numa conversa super aberta no canal “Parece Terapia” da psicóloga Pâmela Magalhães, Priscila deu um desabafo daqueles sobre como a fama mexeu com a saúde mental dela, especialmente no auge da carreira. Falou de crises de pânico, de como ficou um tempo afastada das novelas, e até da importância do marido, Bruno Lopes, nesse processo todo de cura.
Sufoco no auge
Ela começou contando como chegou num ponto em que simplesmente não sabia mais pra quê tava vivendo. Parece pesado, né? Mas ela disse que, entre uma personagem e outra – e olha, a coisa era frenética, ela quase não parava –, vinha aquela sensação de vazio total. Tipo, ela acordava e se perguntava: “O que que eu tô fazendo aqui?”. E, pra piorar, nos períodos mais longos entre um trabalho e outro, o sentimento de estar estagnada só aumentava. “Como é que liga a vida sem roteiro, sem personagem, sem ninguém dizendo o que fazer?” – foi desse jeitinho que ela descreveu.
Aí teve uma vez que a coisa apertou de verdade. Ela começou a ter uma crise de pânico daquelas. Corpo formigando, falta de ar… Era como se o corpo dela dissesse “chega”. E aí, pra complicar, ela tava num relacionamento bem tóxico, que só sugava mais ainda. Pra completar o combo, nessa época ainda rolou uma crise no nervo ciático que deixou a Priscila sem conseguir andar. Imagina o baque!
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Superação e o peso da saúde mental
Passar por tudo isso foi bem dolorido, e a Priscila não escondeu o quanto essa fase foi pesada. Ela chegou a um ponto de esgotamento que fez com que se questionasse sobre o que realmente tava acontecendo na vida dela. Primeiro foi a depressão, que ela descobriu e começou a tratar, mas ainda dentro daquele relacionamento abusivo. Ela conta que levou uns cinco anos pra conseguir se desvincular dessa relação. Nesse meio tempo, teve essa crise nervosa no ciático, e nada – mas nada mesmo – parecia funcionar: nem remédio, nem hospital, nem nada.
Ela descreveu que a dor era tão intensa que chegou a sentir uma espécie de “dor no coração”, algo que não dá pra explicar, só quem passou sabe. Nessa época, Priscila entendeu que algo muito mais profundo precisava mudar, que ela tava no limite dos limites.