Irani Ribeiro vai às lágrimas na despedida de Maguila e cita doação de cérebro do ex-atleta para estudo
A perda do Maguila foi um golpe duro. Na última quinta-feira, dia 24, a gente recebeu a notícia de que ele se foi, deixando uma legião de fãs e uma história gigante no boxe brasileiro. O José Adílson Rodrigues dos Santos, ou melhor, nosso Maguila, tinha 66 anos, mas já tava numa batalha pesada contra uma doença séria, a tal da encefalopatia traumática crônica, parecida com Alzheimer, há uns 18 anos.
O velório dele aconteceu lá na Assembleia Legislativa de São Paulo, e depois o corpo seguiu pra São Caetano do Sul, onde ele foi enterrado. O que foi meio triste é que não tinha tanta gente, sabe? Poucos amigos e fãs apareceram pra dar o último adeus pra esse ídolo do esporte.
A despedida de Maguila
Quem tava lá e não segurou a emoção foi a Irani Ribeiro, viúva do Maguila. Ela agradeceu especialmente a um médico que, segundo ela, fez questão de procurar um diagnóstico mais certeiro e um tratamento digno pro Maguila. Ela contou que virou advogada pra cuidar dos contratos do marido, mas foi além disso, sempre estando ao lado dele nessa jornada.
No meio da cerimônia, a Irani falou com o pessoal que tava presente: “Quero agradecer presença de todos, do povo brasileiro, que hoje tá triste né, todos nós. Mas é uma honra estar falando de uma pessoa que fez parte do Brasil, não negou em nenhum momento a sua origem.” Dá pra ver que ela tava realmente tocada, né? Ela continuou agradecendo, especialmente ao Dr. Renato, médico do Maguila, que, segundo ela, cuidou dele com um carinho incrível.
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E aí veio uma revelação bem forte: Maguila, ainda em vida, já tinha manifestado a vontade de doar o cérebro pra estudos sobre a doença. E ontem mesmo foi feito isso, pra que essa doença que tanto afetou ele possa ser melhor entendida no futuro.
O impacto da doença e os últimos anos
Irani também aproveitou pra falar um pouco mais sobre como foi lidar com a doença. Ela disse que o Maguila era uma pessoa bem tranquila, de bem com a vida, mas que a encefalopatia traumatica foi tirando isso dele aos poucos. Pra quem tem um parente com Alzheimer, por exemplo, sabe como são esses sintomas, incluindo a agressividade, que nem sempre reflete quem a pessoa realmente é.