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William Bonner vira ‘paizão’ e dá conselho para repórter que cobre furacão Milton

Esse relato da Raquel gerou muita repercussão online. O pessoal ficou espantado quando ela encarou aquela ventania e chuva forte pra fazer a matéria. “Ela tá dando a vida pela Globo”, comentou um seguidor chamado Everson Araújo, num post sobre a notícia no Instagram.

Teve quem se preocupou com ela, como a Rosilaine Pereira: “Povo sofre pelo emprego pra depois ser descartado. Deus guarde ela. E a equipe”. Outra pessoa, Kelly Venites, criticou: “Dando a vida pela emissora que, se tiver que substituir ela, vai fazer isso sem olhar pra trás”.

Mas nem todo mundo achou ruim, não. Teve quem disse que isso faz parte da profissão, como o Willian Cason: “O povo achando que ela tá fazendo pela empresa, mas é a chance de vida dela. Tá fazendo isso por ela, pelo nome dela que vai ser elevado depois disso tudo”. Ele até deu uma visão mais positiva do esforço da jornalista.

E outros ainda foram mais diretos, como o Ricardo Bruini: “Isso sempre existiu. Coberturas de desastres naturais e de guerras sempre tiveram correspondentes internacionais enviados ao local. Qual o espanto? Não que eu concorde com essa prática, acho sensacionalismo e ego, mas que sempre existiu, sempre existiu”.

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No final das contas, essa situação toda só mostrou como o trabalho de um repórter em campo pode ser arriscado, mas ao mesmo tempo faz parte do que eles se propõem a fazer. É um misto de aventura e compromisso com a informação, mas também envolve riscos que nem sempre são justos. Raquel, nesse caso, tá encarando tudo de frente e fazendo o seu trabalho. Se é certo ou não, se vale a pena ou não, isso cada um vai ter sua opinião. Mas que ela e toda a equipe tão mostrando coragem, isso não dá pra negar.

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