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Mãe de Priscila Belfort dá depoimento emocionante sobre a filha

Mesmo depois de todos esses anos, Jovita ainda não desistiu de encontrar respostas. O caso da Priscila foi reaberto há um ano, e a esperança dela é que, dessa vez, algo novo surja. “Eu não quero esperar mais 20 anos. Nem vou estar viva pra isso. Mas eu realmente espero que dessa vez venha alguma coisa”, desabafou. Dá pra sentir a dor e a exaustão dela, né? Viver duas décadas sem saber o que aconteceu com sua filha não é algo que dá pra imaginar facilmente.

E uma das lições que Jovita faz questão de deixar clara é que, quando alguém desaparece, cada segundo conta. “Hoje a gente sabe que não precisa esperar 24 horas pra registrar um B.O. Quanto mais cedo você perceber que seu ente querido sumiu e ir à polícia, melhor. As primeiras horas são cruciais pra aumentar as chances de encontrar aquela pessoa”, alertou.

No fim, fica esse sentimento de impotência, mas também de esperança. Porque, mesmo depois de tanto tempo, a busca por justiça e por respostas continua. E, pra Jovita, enquanto houver um fio de esperança, ela vai seguir lutando.

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