Silvia Abravanel revela que era para ser irmã de Carlos Alberto de Nóbrega; entenda
A Silvia Abravanel, que muita gente conhece por ser uma das filhas do Silvio Santos, na verdade, é filha adotiva dele e da primeira esposa, a Cidinha Abravanel. Há pouco tempo, ela relembrou uma história curiosa sobre como foi parar na família Abravanel e revelou que quase virou irmã do apresentador Carlos Alberto de Nóbrega. Imagina só, hein?
Durante uma entrevista no podcast Bagaceira Chique, da Luciana Gimenez, a Silvia contou que foi uma amiga do Manuel de Nóbrega, o pai do Carlos Alberto, que sugeriu a adoção dela. Por pouco, ela não ficou com a família Nóbrega, mas acabou indo para os braços dos Abravanel.
“Tinha uma senhora, chamada Terezinha Mãe Cegonha, que arrumava filhos para pais que não tinham e era muito amiga do Manuel de Nóbrega. Era para eu ser irmã do Carlos Alberto e não filha do Silvio. Só que o Carlos Alberto já era mais velho, ele tinha 19 anos. Aí o Manuel falou: ‘Eu não quero. A Dalila não quer. Mas o Silvio quer. Dá pra Cida'”, relembrou ela, meio que brincando com a situação.
Ela também falou que chegou na família Abravanel quando ainda era um bebê, com só três dias de vida. “Eu cheguei em casa com três dias de vida. Eu tenho uma foto que eu tava num cueiro, ficava só com a cara de fora. Parecia uma lagarta. Amarradíssima”, contou Silvia, rindo da lembrança. Dá pra imaginar a cena, né?
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Agora, mudando um pouco de assunto, a Cintia Abravanel, que é a filha mais velha do Silvio, participou de um documentário sobre o pai, chamado Silvio Santos – Vale Mais Do Que Dinheiro, que passou no SBT. Nesse documentário, ela relembrou com carinho o jeito como o pai cuidou da primeira esposa, a Cidinha, quando ela ficou doente. O Silvio não mediu esforços pra dar todo o apoio que ela precisava nesse momento difícil.
Segundo a Cintia, o Silvio mandou a Cidinha pros Estados Unidos pra fazer um tratamento. “Ela foi para Nova York e ficou seis meses lá, inicialmente sozinha, para o processo de terapias. Depois, ele trouxe minha mãe de volta para casa, no Brasil. Respeito muito meu pai por ter feito isso. Agradeço muito a ele pelo final de vida que ele deu a minha mãe. Lembro dele carregando ela no colo para sentar na mesa para comer. Ele cuidou da minha mãe de verdade”, contou a Cintia, deixando claro o quanto isso foi importante pra ela.