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Pai de Supla, Eduardo Suplicy é diagnosticado com doença degenerativa aos 82 anos

A decisão de Eduardo Suplicy de explorar o tratamento com cannabis medicinal não é isolada. Muitos pacientes com Parkinson e seus médicos estão considerando essa opção como uma alternativa viável aos tratamentos convencionais. A cannabis contém compostos ativos, como o CBD (canabidiol) e o THC (tetrahidrocanabinol), que podem afetar positivamente os sintomas do Parkinson.

Alguns estudos indicam que o CBD, um dos principais componentes não psicoativos da cannabis, pode ter propriedades neuroprotetoras e anti-inflamatórias, que podem ajudar a aliviar os sintomas do Parkinson, como a rigidez muscular e os tremores. O THC, por sua vez, pode ser útil para controlar a dor e melhorar o sono, que são comuns em pessoas com Parkinson.

A escolha de Eduardo Suplicy de recorrer à cannabis medicinal também destaca os desafios enfrentados por pacientes que buscam esse tipo de tratamento no Brasil. A regulamentação da cannabis medicinal ainda é incipiente no país, e muitos pacientes enfrentam barreiras legais e burocráticas para obter acesso a esses produtos. Isso levanta a questão de como o sistema de saúde e o governo podem melhorar o acesso a tratamentos alternativos, como a cannabis medicinal, para pacientes com doenças neurodegenerativas e outras condições

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