Briga judicial de Karina Bacchi e ex pela guarda do filho ganha ‘desfecho’
O ponto central da contenda parece estar na busca de Amaury pelo reconhecimento legal como pai de Enrico, o filho de seis anos de idade concebido por meio de fertilização in vitro em 2017. O colunista Gabriel Perline, do programa “A Tarde É Sua” da RedeTV!, trouxe a público com exclusividade o desfecho dessa batalha judicial recentemente.
Segundo relatos, a Justiça explicou em sua decisão que, dada a ausência de laço sanguíneo, para que fosse confirmado um vínculo afetivo entre Amaury e Enrico, seria necessário que a criança expressasse esse sentimento perante o tribunal. No entanto, estipulou-se que esse testemunho só teria validade a partir dos doze anos de idade, uma condição que Enrico, atualmente com seis anos, não atende.
A suposta influência da devoção de Karina Bacchi à religião protestante como fator determinante para o término do casamento também tem sido motivo de discussão. Amaury teria agido judicialmente alegando que sua ex-esposa o estava impedindo de ver o filho, o que desencadeou o processo legal.
A decisão da Justiça de não reconhecer Amaury como pai de Enrico tem implicações significativas para ambos os envolvidos. Amaury, que esteve casado com Karina e criou um vínculo afetivo com a criança durante esse período, vê seus direitos em relação a Enrico restringidos pela decisão. Karina, por sua vez, mantém a guarda exclusiva de Enrico, com base na decisão judicial.
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Até o momento, nem Karina Bacchi, nem Amaury Nunes fizeram declarações públicas sobre essa decisão judicial. O silêncio dos envolvidos deixa em aberto muitas perguntas sobre o futuro dessa situação e como ela pode afetar a dinâmica familiar no longo prazo. O desfecho dessa batalha judicial, sem dúvida, continuará sendo um assunto de interesse público e fonte de especulação nos meios de comunicação.