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Esposa de Faustão comenta sobre falecimento de MC Marcinho

Contudo, Faustão teria a opção de buscar o procedimento no exterior. Enquanto em São Paulo a espera varia de 12 a 18 meses, nos Estados Unidos esse período é reduzido para sete meses. No entanto, para realizar isso, o apresentador teria que arcar com um custo significativo: R$ 8,1 milhões.

Nos Estados Unidos, um candidato a um transplante de coração aguarda, em média, 213 dias, o que equivale a aproximadamente sete meses, na fila de espera pelo órgão. Essas informações derivam do relatório “Transplantes de órgãos e tecidos nos EUA em 2020: estimativas de custos, discussão e questões emergentes”, elaborado pela empresa Milliman, em janeiro do ano de 2020.

Em 2020, de fato, o custo médio de um transplante cardíaco nos Estados Unidos foi de US$ 1.664.800, aproximadamente R$ 8,1 milhões, conforme indicado pelo estudo mencionado. Esse montante engloba os cuidados médicos antes e após o transplante, os gastos hospitalares, os honorários médicos, aquisição de órgãos, taxas e medicamentos.

De fato, a “aquisição de órgãos” não implica em compra, mas sim na coordenação e alocação dos órgãos. Nos Estados Unidos, a UNOS (Rede Unida para o Compartilhamento de Órgãos, em tradução livre) é uma organização sem fins lucrativos responsável por coordenar a busca e distribuição de órgãos no país. Essa entidade é contratada pelo governo federal e subdividida em 11 regiões. De acordo com o médico José Pedro da Silva, cirurgião cardiovascular, a UNOS conta atualmente com 95 funcionários e 500 voluntários envolvidos em suas atividades.

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A cobertura de transplantes cardíacos pelos planos de saúde nos Estados Unidos varia consideravelmente. Como resultado, os pacientes são responsáveis por quaisquer custos que não são abrangidos pelo seguro médico.

Como funcionam os transplantes nos Estados Unidos?

De acordo com a UNOS, pacientes de outros países têm a opção de viajar para os Estados Unidos para receber transplantes de órgãos e tecidos. Uma vez aceitos por um hospital que realiza transplantes, esses pacientes internacionais são tratados de acordo com as mesmas políticas que se aplicam aos cidadãos norte-americanos quando se trata da alocação de órgãos.

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