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Jornalista da Bandeirantes identifica câncer aos 29 anos após confundir sintomas com refluxo

O dia 20 de janeiro marcou um dos momentos mais difíceis da minha vida, em diversos aspectos. O temor da morte e, mais especificamente, do processo de estar à beira dela, abalou-me profundamente. A consciência de que todos enfrentamos a morte em algum momento é presente, mas o receio de que esse processo pudesse ter início ali era o que mais me atormentava.

No sábado seguinte, ele conseguiu entrar em contato com um gastroenterologista, que gentilmente o orientou por telefone. Segundo o relato do repórter, ele perguntou ao médico: “Doutor, apenas me diga, vou superar isso?”, recorda.

O jornalista também buscou um oncologista, que revisou os resultados da endoscopia remotamente. “Ele fez o esforço de me atender durante o fim de semana porque eu estava em um estado de angústia. Na conversa, ele afirmou: ‘De fato, você está enfrentando um câncer. Entretanto, considerando o que observo aqui, o tumor é bastante pequeno. Acredito que isso será um desafio, mas temos a possibilidade de superar'”, relatou.

Dias depois, Cesar também procurou ajuda de uma psicóloga. Sua intenção era preservar sua saúde mental enquanto direcionava suas energias para o tratamento, ao mesmo tempo em que lidava com a repercussão do diagnóstico de câncer. Ele compartilhou: “Tivemos discussões significativas sobre a importância de manter metas na vida. A ideia era não permitir que a doença dominasse, mas sim viver apesar dela.”

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