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Laudo psiquiátrico de Rose Miriam causa reviravolta no Caso Gugu

Conforme relatado no laudo apresentado, Rose Miriam di Matteo apresentava “vários transtornos psiquiátricos” no momento em que o contrato foi assinado. Dessa forma, de acordo com o documento, ficou comprovado que esses transtornos, juntamente com o uso de vários medicamentos, afetaram a capacidade cognitiva da ex-companheira de Gugu e seu processo de tomada de decisão em relação à assinatura em questão.

Apesar de ter sido internada, Rose Miriam continuou utilizando medicamentos devido à sua condição de “instabilidade”. Foi necessário formar uma equipe de suporte, composta por familiares, funcionários e profissionais especializados em psiquiatria e psicologia. Esse processo levou cerca de um ano, entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012.

Consequentemente, o médico encarregado do parecer afirma que, após examinar minuciosamente os documentos, é possível afirmar que Rose Miriam apresentava um quadro psiquiátrico grave e desequilibrado, com vários transtornos psiquiátricos concomitantes, no momento em que assinou o contrato com o apresentador. Em março de 2011, seus sintomas psiquiátricos estavam descompensados, logo após ter sido liberada de uma internação hospitalar decorrente de uma tentativa de suicídio, e ela se encontrava incapaz de realizar atos da vida civil.

 

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