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Betty Faria chama Bruno Gagliasso de ‘boboca’ após polêmica envolvendo Manoel Soares

A atriz Betty Faria, conhecida por seus papéis em novelas e filmes brasileiros, recentemente fez críticas ao politicamente correto que vem ganhando força na internet nos últimos anos. Ela afirmou que não vai deixar de falar o que pensa por medo da reação da militância e criticou a radicalização e a guerra que se instauraram na web.

Faria também mencionou o termo “lacração”, que vem sendo usado para se referir à atitude de pessoas que fazem declarações ou adotam comportamentos considerados politicamente corretos com o intuito de ganhar elogios ou visibilidade nas redes sociais.

A polêmica em que Betty se envolveu com o ator Bruno Gagliasso começou quando ela criticou a relação profissional de Patrícia Poeta com Manoel Soares no programa “Encontro”, da TV Globo. Gagliasso, que é marido da apresentadora Giovanna Ewbank, defendeu Poeta e acabou sendo alvo de críticas da atriz.

A discussão entre os dois artistas se estendeu para o Twitter e acabou gerando ainda mais comentários na internet. Gagliasso chegou a comparar Betty Faria com Regina Duarte, atriz que é conhecida por seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

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As declarações de Betty Faria geraram reações diversas nas redes sociais. Alguns internautas concordaram com a atriz e afirmaram que o politicamente correto está sendo usado para censurar opiniões divergentes. Outros, porém, argumentaram que a defesa do politicamente correto é necessária para combater o preconceito e a discriminação.

O debate sobre o politicamente correto é antigo e já gerou muitas discussões na sociedade. A expressão surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 e, desde então, tem sido usada para se referir a uma série de práticas e discursos que visam combater o racismo, o sexismo e outras formas de opressão.

É a radicalização, é a guerra. E isso se reflete no boboca que entra na internet para xingar uma velha num domingo de manhã para aparecer, para ser herói”, disparou a artista, sem citar diretamente o nome de Gagliasso. “Como é chama agora o termo? É a lacração“, completou ela.

Porém, nos últimos anos, o termo ganhou uma conotação negativa, sendo associado a uma suposta censura da liberdade de expressão e a um excesso de sensibilidade por parte dos defensores do politicamente correto.

É importante lembrar, no entanto, que a luta contra a discriminação e o preconceito é uma causa legítima e necessária em qualquer sociedade democrática. O politicamente correto, quando utilizado de forma consciente e responsável, pode ser uma ferramenta importante nesse sentido.

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