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Por onde anda ex de Guilherme de Pádua, também presa pelo assassinato de Daniella?

Paula Thomaz, ex-mulher de Guilherme de Pádua, que veio a óbito aos 53 anos no último domingo (6), vítima de um infarto fulminante, também foi condenada pela brutal morte de Daniella Perez, crime esse que ocorreu em 28 de dezembro de 1992.

Daniella Perez, filha da autora Glória Perez, foi assassinada a punhaladas pelo então ator( Guilherme de Pádua). Paula foi condenada a 18 anos e seis meses de prisão após ser considerada comparsa pela Justiça.

Vale ressaltar que ela estava grávida do artista na época em que o crime ocorreu. Paula e Guilherme se separaram pouco tempo depois do nascimento do filho, informou o jornal O Estado de S. Paulo.

Particularidades sobre o crime, o julgamento e a condenação do ex-casal foram evidenciados na série documental “Pacto Brutal”, produzida pela HBO Max e lançada em julho deste ano.

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Mudança de nome

Após passar por um pouco mais de seis anos na prisão, Paula Thomaz passou a cumprir a pena em regime semiaberto e se formou em direito, de acordo com a publicação do colunista Paulo Sampaio, de UOL TAB, em janeiro de 2021.

Nos dias atuais, atende pelo nome de Paula Nogueira Peixoto, sem o Thomaz, sobrenome de Pádua que tinha em virtude do casamento, e adicionando o do atual marido, o advogado Sérgio Rodrigues Peixoto, com quem teve mais uma filha e hoje vive no Rio. Eles oficializaram a união em 2001.

Conforme com o post do jornal Extra em julho deste ano, o filho de Paula Thomaz e Guilherme de Pádua se chama Felipe, completou 29 anos e também mora no Rio. Parceiro de uma empresa de serviços de internet entre 2016 e 2019, o jovem morou em diferentes cidades da Bahia por um curto período.

O portal Notícias da TV compartilhou, em janeiro deste ano, que a Justiça do Rio de Janeiro ordenou que Paula Thomaz e Guilherme de Pádua pagassem um ressarcimento de R$ 480 mil para a autora Gloria Perez, mãe de Daniella.

De acordo com o relato, foi decretado a execução de penhora do atual apartamento de Paula e de seu esposo. Eles tentam reverter a decisão com a justificativa de falta de recursos.

Relatos da prisão

Paulo Sampaio também compartilhou, em 2021, narrativas da jornalista Paula Mairán. Durante a produção de uma matéria especial, a então repórter do jornal O Dia passou duas noites dormindo na mesma cela que Paula Thomaz em 1996.

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