Notícias

Ícone das redes sociais, Aline do Borel é encontrada morta em praia do RJ

A cantora e influenciadora digital Aline Borel, de 28 anos, foi encontrada morta aos 28 anos, na Praia do Dentinho, em Araruama, Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (21/4). Ela foi baleada duas vezes no rosto, segundo uma publicação compartilhada no Stories por seu assessor Pedro Henrique Guerra. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal de Cabo Frio, onde a família aguarda liberação para sepultamento. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil na 118ª DP. A polícia ainda não divulgou informações sobre a linha de investigação.

Ela tornou-se famosa desde meados de 2015, quando seus vídeos cantavam suas próprias composições, incluindo “É cansativa a vida do crente” e “Eu vacilei, pô. Estou ciente” viralizaram, Aline do Borel chegou a participar de alguns programas de TV e somar 30 mil seguidores no Instagram.

Aline Borel e Maisa Silva durante participação em programa de TV — Foto: Reprodução/Redes sociais

Vale ressaltar que na semana passada, a família chegou a comunicar o afastamento da artista das redes sociais, com a alegação de que Aline precisava cuidar da saúde mental.

Como muitos sabem, a Aline sofre de depressão há alguns anos, faz tratamento psiquiátrico e depende de remédios para ficar bem. Quando ela voltou para as redes, ela já tinha passado por recaídas, mas estava bem de saúde. Porém, a depressão é cruel e ela teve uma recaída séria, que levou a um surto. A Aline não faz uso de nenhum tipo de droga, que fique claro”, diz um trecho do texto, publicado no Instagram.

Which breed is your favorite?

Em sua conta oficial do Instagram, o perfil de Aline é seguido por celebridades como Linn da Quebrada, Maisa Silva e Grag Queen.

Homenagens

Antes mesmo da notícia da morte de Aline ser confirmada, os fãs nas redes sociais se preocuparam e lembraram de alguns de seus vídeos que a tornaram famosa na internet. do seguinte modo:

O que você achou?
Próximo Artigo Planalto não vê recuo dos EUA em classificar PCC e CV como terroristas