Atletas “trans” são excluídos dos esportes femininos por mais de 10 estados americanos
Ao menos 11 estados americanos, e outros estados na Europa, proibiram a participação de atletas transexuais em competições femininas. A lei teria se dado após a vitória da ‘nadadora’ Lia Thomas, biologicamente homem, mas que se diz transexual.
A enorme desvantagem fica explícita no jogos, e nadadora ganhou os jogos femininos deste ano com larga vantagem. Isso chamou atenção no mundo todo, e apesar da mesma não concordar, a maioria das pessoas entende que sua estrutura óssea e muscular acaba lhe beneficiando.
Por isso atletas trans não poderia mais participar de jogos femininos, a discussão se estendeu na web, mas a entidade esportiva entendeu como uma ação beneficente dos atletas trans. Para o pessoal do grupo LGBT, é uma desigualdade, e isso poderia ferir a integridade mental dos trans.
Porém a larga vantagem que Lia Thomas teve na natação, foi um exemplo notório, de que outras mulheres acabam sendo prejudicadas pela desigualdade. Então atletas trans não irão mais disputar jogos que não sejam de seu sexo biológico, uma discussão que irá longe.
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No Arizona, seu governador também se manifestou sobre: “Hoje eu assinei o Projeto de Lei do Senado 1138 e 1165, para proteger a participação e a justiça para atletas do sexo feminino e para garantir que os indivíduos submetidos à cirurgia irreversível de mudança de sexo sejam adultos”, disse o governador.
Infelizmente no esporte a desvantagem é explícita, e o jogo acaba sendo de enorme desvantagem a quem é de seu sexo de nascimento. Continue seguindo nosso site e esteja sempre informado sobre os maiores acontecimentos do Brasil e do mundo, compartilhe essa matéria com seus amigos.