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Laudo médico entrega detalhes sobre o estado mental da mulher que foi flagrada com sem-teto

O caso em Planaltina continua tendo muita repercussão nas redes sociais. Após todo o incidente, o marido da mulher alegou que ela estava passando por um episódio psicótico quando decidiu fazer sexo com o morador de rua.

Assim, o companheiro acusa o sem-teto Givaldo Alves, de abusar da esposa. O mendigo afirmou em entrevista que toda a relação foi consensual, inclusive, foi a mulher que tomou a iniciativa.

Em meio ao debate, um relatório médico garantiu que a mulher realmente tinha um amplo e longo histórico de problemas mentais. De acordo com o médico, no momento, a mulher, não tem condições de falar a respeito do episódio na noite do último dia 9.

Nessa ação, movida pelo marido, ele também acrescentou um pedido ao judiciário para que Sandra fosse representada por outra pessoa para que ela não precisasse comparecer às audiências.

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Por isso, o Juiz então pediu na última quinta-feira (24/3), um atestado médico de Sandra para comprovar o motivo pelo qual ela ainda não pôde comparecer a futuras audiências.

Desde 2017, o paciente apresenta distúrbios psicológicos, incluindo indicações médicas para internação psiquiátrica, conforme descrito no documento.

Em um dos trechos do documento, o médico descreve toda o histórico da doença, desde uma síndrome depressiva em 2017 até períodos psicóticos-maníacos e indicações de internação. O relatório médico citou ainda “má conduta, gastos excessivos, identificação errônea, doação de propriedade, resistência ao se vestir”.

No dia do episódio, após a mulher ser flagrada sem-teto, pelo seu esposo, também personal trainer, atacou o morador de rua. Desde então, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), investiga o caso e a hipótese de estupro também está sendo averiguada pela polícia.

O pai da mulher entrou nesta sexta-feira (25), com um processo por difamação contra um morador de rua que deu várias entrevistas expondo detalhes do que aconteceu entre eles.

Nessa ação, movida pelo marido, ele também acrescentou um pedido ao judiciário para que Sandra fosse representada por outra pessoa para que ela não precisasse comparecer às audiências.

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